fevereiro 21, 2026

IA Prejudica Você? Tudo Tem ao Menos Dois Lados! Fique do lado certo.

 

1° Edição, 1° revisão




As duas últimas postagens apresentam a teoria na prática do que venho trazendo há algum tempo nas postagens anteriores.
Diz o ditado:
"Fácil é falar, mas difícil é fazer!"

Eu concordo, dividindo o tempo com as inúmeras tarefas diárias, esperava uma oportunidade para fazê-lo, quando surgiu naturalmente. Essa é uma forma de se economizar tempo, quando tempo é o que temos pouco.

Português

Bots Inteligentes São Mesmo Inteligentes? Extraindo o "leite"!

Bots Inteligentes São Mesmo Inteligentes, Quase Humanos?

Inglês

Intelligent Bots — Are They Really Intelligent, Almost Human?

Are Intelligent Bots Really Intelligent? Squeezing Out the Best!


Hoje li a seguinte notícia no Estadão:

Vamos emburrecer se confiarmos cegamente nas histórias criadas pela IA, diz Marcelo Gleiser


Marcelo Gleiser é defensor de uma ciência mais humanista, o físico é curador do São Paulo Innovation Week, evento que o ‘Estadão’ vai promover em maio.

Então vem a pergunta:

Você concorda com o Marcelo Gleiser?

Mesmo que seja uma chamada de "marketing", porque um jornal depende disso, e desde que a notícia seja autêntica, não vejo mal algum. Ruim, péssimo, nocivo, criminal é promover "fake news", notícias falsas com objetivos nem sempre confessáveis.

Se você pesquisar por IA neste blog, retornará uma série de postagens a respeito.
Você pode escolher outro termo, por exemplo "bot", porque uma série de posts não tem obrigatoriamente os mesmos termos, mas cada conjunto, quando uma só postagem é pouco, sim.




Resumindo muito, nestas postagens anteriores venho mostrando o perigo de rejeitar IA ou utilizar IA de modo errado, e nas últimas, umas sugestões na prática.

A resposta para o leitor é simples.
Se o usuário utilizar do jeito errado, o autor comunga com o Marcelo, confirmando a mesma opinião que eu já tratei nos meus posts anteriores, há um bom tempo antes.

Óbvio que, se do lado oposto, a pessoa vai surfar na onda da nova era como um humano atualizado e capaz de continuar competindo profissionalmente no mercado.

IA não é ruim, nem boa.
É como uma faca, depende do uso que fazemos dela.

O fantástico da IA é que você pode expandir suas capacidades intelectuais e culturais com ela.

Tem gente que rejeita a possibilidade de "arrazoar" com a IA por puro complexo.

Ouvi algumas expressões assim de leitores e não reagi, achei melhor expor por escrito.

Capacidade de raciocínio pode ser desenvolvida, como quem vai para uma academia desenvolver músculos. É lógico que alguns desenvolvem mais que outros, mas se a pessoa se dedica aos exercícios, ela nunca mais será a mesma de quando entrou, mesmo que o aproveitamento geral não satisfaça a ambição de seu ego.


Em postagem anterior, mostrei esta experiência com crianças.

De onde veio essa inspiração?
Veio de um professor chamado Almir, que lecionava "Geometria Analítica" nos Colégios Integrados Objetivo, há muito tempo.

Ele apresentou duas propostas que me marcaram.

A primeira foi que ele daria a matéria com esse viés.
Convém lembrar que a nossa classe era considerada especial e reunia realmente quem queria aprender.
Éramos silenciosos, mas também tínhamos tempo para muita risada e batuque, que os professores de classes assim gostavam, porque era na hora certa e ajudava a evitar a criação de "nerds" problemáticos.
As outras classes eram barulhentas, dispersas, então o Objetivo começou a agrupar por perfil de aluno dentro do possível.

Eu achei essa proposta de ensinar a raciocinar inovadora.
Será mesmo?
Garotão, sem o passado que traz experiência, imaginava que talvez inteligência era algo nato.
Nunca dei bolas até aquele dia, e pensando, se o propósito da vida é evolução, então faz sentido.

A segunda proposta foi ainda mais ousada.
Ele afirmou que existe uma parte do cérebro que processa em background, em paralelo, mas sem ocupar o principal, pois este sim é consciente.

Ele encontrou resistência geral da classe.
Eu coloquei no "standby" e dei um voto de confiança.
Em curtas palavras, ele disse:

"Experimente fazer o seguinte:
Se você tiver um problema que não consegue resolver, pergunte a si mesmo, e aguarde.
Você verá que a resposta virá quando você menos espera".

A classe, embora de ótimos alunos, acabou "zoando" o professor.
E ele, com paciência, insistiu.

Sinceramente, comigo não aconteceu no curto prazo.
Não desisti nunca, e depois de mais de um ano, a coisa começou a funcionar.

Até hoje, quando tenho um problema, delego para ela e saio andando para deixar para lá, porque se você compete com esse processo, ao menos para mim, não dá certo.
Deixe o processo por conta dele e não exija prazo de entrega, aí então, funciona barbaridade.


Não desista de questionar o bot inteligente.
É um exercício para você, mesmo que as suas perguntas levem você a nada.
O processo mental é mágico, quando você menos esperar, estará fazendo arrazoamentos cada vez melhores.

Onde está a parte ruim do processo?
Primeiro toma mais tempo.
Segundo, que se você não se organizar para guardar os diálogos de forma eficiente, você perde o seu contexto, ou seja, algo que em determinado momento você sabia, mas que passa o tempo e você perde.

Se você anotar os seus diálogos com os bots inteligentes, você vai notar que eles também evoluem!
E não é para menos, porque os engenheiros trabalham duro para isso e também aproveitam os dados que vão colhendo. Por isso, evite dados privados!

E, para finalizar, aqui vem a minha opinião:

Como já comentei antes, a IA vai colocar à deriva aqueles que não souberem surfá-la.
É inevitável, assim como aqueles que rejeitaram as máquinas no início da revolução industrial.
O mesmo aconteceu com a adoção de computadores.
O que salvou o povo que não gostava de computadores foi o celular, que tornou o computador algo de que não se pode viver sem.

A IA vai favorecer a inteligência, reduzindo o impacto da importância da capacidade de memorização.
A habilidade natural em memorizar coisas sempre será importante, mas será menos determinística à medida que a disponibilidade de respostas em tempo real através de wearables (equipamentos que podemos vestir, tal como óculos, roupa, etc.) tornar-se algo popular como os celulares.

Celular foi feito para ser fácil.
Já a IA prima pelo desenvolvimento do raciocínio.
Talvez apareça algo assim, mas eu não esperaria.
Pode ser tarde, porque aqueles que começaram a treinar agora estarão à sua frente.

E você? Vai esperar?














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