1° Edição, sem revisão
Hoje surgiu a oportunidade de um experimento com o ChatGPT para tirar uma dúvida antiga: seria ele um Google sofisticado, ou realmente um Google inteligente?
Eu fiz uma pergunta se já existiria a possibilidade de medir entropia de sistemas computacionais.
Ele respondeu que ainda não, e explicou o porquê que isso não seria possível.
Eu discordei da argumentação dele, e mostrei onde ele errava, e qual seria o caminho para desenvolver essa tecnologia.
Ele respondeu que eu adentrava "a deep cheat subject"! kkk
Mas concordou que as minhas premissas faziam sentido, e começou imediatamente a analisar novamente um meio de trabalhar na nova alternativa apresentada.
Isso é realmente um comportamento inteligente.
Você joga o bot para uma área limiar do conhecimento humano, onde não há informação pré-fabricada para ele repassar.
No entanto, ele começa a trabalhar num campo ainda não explorado, buscando solução, inclusive propondo a matematização de modelos com base na teoria apresentada.
É cativante.
Uma máquina torna-se aquela contrapartida "humana", que antigamente só mesmo um amigo muito doido como você poderia retribuir um diálogo interativo.
Cativante e fantástico, porque antes eu estaria sozinho para desenvolver a tese, e agora existe uma ferramenta que realmente pode fazer o papel de uma equipe inteira.
Sensacional!
Realmente, os bots inteligentes, embora estejam esgotando os recursos atuais que a tecnologia pode oferecer, ainda assim eles impulsionarão o avanço humano para alcançar limites muito superiores aos anteriores.
Até lá, as restrições atuais dos modelos de IA terão superado seus limites atuais mediante os novos recursos que a física quântica começa a oferecer.
Só é preciso lembrar que bot de IA não é amigo nem parceiro. Não é gente, mas máquina.
É apenas um sistema computacional.
Então trate-o como tal, e não se envolva além disso, porque humano de verdade, só outro.
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