março 13, 2026

Não Mergulhe de Cabeça Nos Modismos


1° Edição, Sem revisão


Como todo jovem, a bagagem que tinha para iniciar a vida era feita das crenças domésticas, acresdidas do que havia conseguido aprender na escola, e todo o resto era uma vontade de viver traduzida na segurança que só a prepotência patrocina pela ignorância oferece.


Ser jovem é fantástico.
Você tem o máximo da energia embalada pelos sonhos que traduzem sua realidade, mas não a realidade do mundo, ou seja, quase nada da prática que aqueles seus sonhos produzirão pelas mãos da realidade da vida.

Ser experiente, no sentido de quem envelheceu com a cabeça saudável em um corpo que acompanha as necessidades e continua competitivo na produção de valores sociais, tem um sabor completamente diferente.

Quando somos jovens, mordemos a isca sem pensar, muito rápido e com força.
Acabamos pescados pelas ilusões que vão transformando os sonhos joviais no aprendizado daquele que viveu a realidade.


Quando experientes, somos como aqueles peixes que abocanharam a isca rápido demais, mas conseguiram se livrar do anzol às custas das sequelas e sofrimentos que ele deixa.
Pescador sabe que peixe experiente pode se tornar mais arredio.

Então aqui vai uma sugestão.
De tempo ao tempo aos modismos.
A publicidade precisa vender e precisa de audiência.
Você precisa da verdade.

Eu me lembro que quando surgiu o uso na sêmola na fabricação do macarrão, houve uma reação negativa, certa rejeição, quando li algumas notícias desfavoráveis sobre ela.
Fake News? Quem sabe!

Passou o tempo, e resolvi reavaliar fazendo uma pesquisa no Copilot, comparando massas de sêmola vs. farinha de trigo.
O resultado foi totalmente diferente daquele clima de quando surgiu a proposta de seu uso.

Se você olhar para o passado, desde que não seja um rebento que acabou de sair do ovo, vai provavelmente lembrar alguns modismos que se perderam na linha da realidade que amadureceu com o tempo.

Portanto, não morda a isca tão rápido! Calma! Dê tempo ao tempo.
Ao ver uma notícia, comece a distinguir aquilo que busca vender audiência daquilo que faz diferença.

O seu tempo é muito mais importante, e diante de tantas notícias, só é possível nos mantermos atualizados se formos capazes de selecionar o que realmente importa.

Esse é o truque para viver conscientemente no tempo que a vida lhe provê: saber descartar.

Deixe o tempo mostrar a realidade das coisas...
Não saia mordendo as iscas à primeira vista.
Aguarde pelas confirmações ao longo do futuro.
Deixe enquanto isso em "standby".


 

AI Bots – Are They Really Intelligent?

 

1st Edition, Unreviewed


In the previous post, I introduced the reader to what makes a difference in using an intelligent bot (ChatGPT, Copilot, Gemini, etc.). It is necessary to add value to the bot’s answers, otherwise its work will have no value at all, being a simple copy and paste.

In this post, the goal is to reduce the psychological pressure on people that new sources of information and media in general create to capture attention — of course motivated by the economic interest of the audience combined with the economic interests of the parties involved.  

Broadly speaking, I consider that AI bots have average to below‑average intelligence. 
Intelligence is the ability to understand, to create something new, to infer, and it varies according to context, both for humans and for intelligent systems (AI).  

Let’s look at practical facts.  

If you ask a question that elicits an answer about something tacit — that is, already consolidated knowledge — the bot will provide the respective answer. In these circumstances, I have not recorded a single failure.  

Now, if you ask a question or conduct research about something new, which is not yet on the Internet or which it has not yet identified from some alternative source, it fails — because it is not truly intelligent. Truly intelligent beings know how to recognize “not knowing” and are capable of standing out by elaborating on the unknown.  

The intelligence capacity of an AI bot is associated with its ability to compile available information, based on criteria of semantic, logical, and contextual correlation — the latter being reasonably limited.  

When faced with a new question for which the bot finds no answer, it falls into digression, trying to make some correlation.  

It’s more or less like a person who tries to stall the listener when they don’t really have an answer.  

The contextual capacity of intelligent bots is still thin and fragile.  

They “forget” what they said before, what we told them, and commit a series of errors that depend on contextual analysis in the sequence of dialogues.  

The example below is one among many I have recorded.  




EXPLANATORY NOTE:
The concepts I refer to in the figure above were provided to the bot earlier, from the very beginning of the dialogue, in more than one opportunity.  

The interesting part of the algorithms of these intelligent bots is that, when alerted, they are capable of performing a self-verification check, as you can see in the example above. This is already a strong point achieved by current technology.  

When executing non‑trivial tasks, those that are not a “ready‑made and established recipe”, then human supervision is necessary.  


Summarizing for the reader, intelligent bots today are powerful for:

- Finding answers on already established topics.  

- Logical analysis without deep contextualization.  


They still need to evolve in the following areas:

- Capacity for contextual analysis in long dialogues.  

- Capacity for precise contextual correlation — the lack of which makes them fall into digressions, i.e., saying many things that don’t form a strong connection with the main context or the purpose of the question, causing repetition, digression, and even loss of direction.  

- Capacity for inference. 
This last point is the most delicate, and the question remains: 
How far can their intelligence evolve through the technology of our current algorithms?

I have read in some publications that AI technology is at the limit of its resources. 
I don’t believe that. There is still much to be done.  


After this quick analysis, what does it represent for us humans, mere mortals?  

Repetitive human activities, and those that depend heavily on memory and less on creative actions, will gradually be replaced by bots or robots.  

The best way to remain irreplaceable or relevant is to continue adding value to the output of the intelligent bot: reviewing its answers, correcting, improving, guiding the bot in the right direction (because it can get lost), and performing other activities necessary to achieve the desired goal.  


Conclusion:

Intelligent bots are not that intelligent, and they need human supervision. 
The rest is pure pressure from those who seek to take advantage of human irrelevance.  

Too much pressure, too much foam on the beer’s collar.  






março 12, 2026

Bots de IA São Realmente Inteligentes?


1° Edição, Sem revisão

 

No post anterior, apresentei ao leitor o que faz diferença no uso de um bot inteligente (ChatGPT, Copilot, Gemini, etc.). É preciso agregar valor às respostas do bot, pois do contrário, o seu trabalho não terá valor algum.

Nesta postagem o objetivo é reduzir a pressão psicológica sobre as pessoas que as notícias e meios de comunicação em geral fazem para angariar atenção, claro que motivadas pelo interesse econômico da audiência somado aos interesses econômicos das partes.

A grosso modo, pode-se considerar que os bots de IA têm uma inteligência mediana para baixo.

Inteligência é a capacidade de inteligir, criar algo novo, de inferir, e ela varia de acordo com o contexto, tanto para humanos como para os sistemas inteligentes (IA).

Vamos aos fatos práticos.

Se você fizer uma pergunta que promova uma resposta sobre algo tácito, ou seja, um conhecimento já consolidado, o bot trará a resposta respectiva. Nestas circunstâncias, ainda não registrei uma única falha.

Agora, se você fizer uma pergunta ou pesquisa sobre algo novo, que ainda não está na Internet, ou que ele ainda não tenha identificado em alguma fonte alternativa, ele falha, porque ele não é realmente inteligente. Seres realmente inteligentes sabem identificar o "desconhecimento" e são capazes de  se destacar por sua elaboração sobre o desconhecido. 

A capacidade de inteligência de uma bot de IA é associada à capacidade de compilar informações disponíveis, mediante critérios de correlação semântica, lógica e contextual, sendo que esta última, é razoavelmente limitada.

Mediante um questionamento novo que o bot não encontra resposta, ele cai na digressão, tentando alguma correlação.

É mais ou menos como uma pessoa que vai tentando enrolar o ouvinte quando não tem realmente uma resposta.

A capacidade contextual dos bots inteligentes ainda é magra e frágil.
Ele "esquece" do que falou antes, do que falamos para ele, e comete uma série de erros que dependem de análise contextual na sequência dos diálogos.

O exemplo abaixo é um entre os muitos que registrei.






Tradução do texto em inglês:

Resposta anterior do bot:

**4.3 Validação de dependências**  

Validado por testes manuais da cadeia de dependências sobre:  

- ordem válida: leilão → lance → vencedor 
- ordem inválida: lance sem leilão
- ordem inválida: vencedor sem lance
- ordem inválida: vencedor sem leilão  


Minha resposta e comentário:

O próximo passo natural após isso é **4.4 Orquestração assíncrona ordenada**, onde a dependência deixa de ser apenas conceitual e passa a ser imposta pelo fluxo de processamento.  

Este passo já está validado, porque esses conceitos já estão implicitamente presentes nas estruturas oferecidas abaixo por mim usando os DDLs das tabelas.  

Por favor, vamos para a implementação do próximo passo: **4.4 Orquestração assíncrona ordenada (OAO)**.  


Resposta do bot:

Perfeito. Isso faz sentido. 
Se o 4.3 já está implicitamente garantido pelo domínio e pela estrutura dos DDLs, então podemos avançar para o primeiro modelo real de processamento:  

NOTA EXPLICATIVA:
As estruturas a que faço menção na figura acima foram oferecidas ao bot anteriormente, desde o início do diálogo. 


A parte legal dos algoritmos destes bots inteligentes, é que quando alertados, são capazer de fazer um exame de verificação, como você pode observar no exemplo acima.
Este é um ponto forte já alcançado pela tecnologia atual.

Na execução de tarefas não triviais, do tipo que não seja "uma receita feita e consagrada", é necessário supervisão humana.


Resumindo para o leitor, os bots inteligentes atualmente são poderosos para:

- Encontrar respostas de assuntos já consagrados.
- Análise lógica não contextual.

Devem evoluir ainda quanto ao seguinte:
- Capacidade de análise contextual em diálogos longos.
- Capacidade de correlação contextual precisa, algo cuja falta os faz cair em digressões, ou seja, fala muita coisa que não forma elo de conexão forte com o objetivo do contexto principal ou do objetivo da pergunta.
- Capacidade de inferência.
Este ponto é o mais delicado e fica a pergunta: 
Até onde a inteligência poderá evoluir através da tecnologia de nossos algoritmos atuais?

Li em algumas publicações que a tecnologia de IA está no limite de seus recursos.
Eu não acretido. Ainda há muito o que fazer.



Depois dessa análise rápida, o que ela representa para nós humanos, simples mortais?

As atividades humanas repetitivas, e aquelas que dependem muito de memória e menos de atitudes criativas serão gradualmente substituídas pelos bots ou robôs.

A melhor forma de manter-se não substituível é continuar agregando valor ao produto do bot inteligente, revisando suas respostas, corrigindo, melhorando, orientando o bot na direção certa porque ele pode se perder, e outras atividades que forem necessárias para se atingir o objetivo desejado.
Enquanto você puder fazer isso, você continuará relevante.

Conclusão:

Os bots inteligentes não são tão inteligentes assim, e precisam de nós.
O resto é pura pressão daqueles que buscam tirar vantagem da irrelevância humana.

Muita pressão, muita espuma no colarinho do chope.






Não Mergulhe de Cabeça Nos Modismos

1 ° Edição,  Sem   revisão Como todo jovem, a bagagem que tinha para iniciar a vida era feita das crenças domésticas, acresdidas do que havi...