maio 25, 2026

Tem Medo da IA?

 

1° Edição, Sem revisão


Essa publicação segue com um estilo diferente do usual.
Ela vai fazer breves resumos e “apanhados” fáceis de entender.
Ao final, espero que você perca o medo do futuro através do avanço tecnológico.

 

Elon Musk afirmou:
No futuro não será preciso trabalhar.

Eu presumo que isso seja um futuro muito futuro, onde nem mesmo serão necessários as equipes de desenvolvimento de tecnologia e manutenção de máquinas.
As máquinas seriam autossuficientes.

A asserção dele não é novidade.
O filme ”A.I. Artificial Intelligence (2001)”, dirigido por Steven Spielberg já retratava um menino robô cujo desejo era ser “filho de verdade”. As máquinas de um futuro em que os humanos não existiam mais, criaram condições do menino-robô ter seu sonho realizado.


De fato, quando os humanos não precisarem mais trabalhar em sua totalidade, vão se tornar dispensáveis. O que iria impedir a nossa extinção diante da nossa falta de propósito?

Hoje, eu não pretendo responder a essa pergunta, porque é tema para uma nova publicação.

Provavelmente a taxa de suicídio direto e indireto pelos efeitos da falta de propósito, ou senso de utilidade, serão mais altos.
Trabalhar, ser necessário e ter desafios fazem a nossa vida ter sentido.

Vamos trabalhar no agora e no futuro próximo.
Isso sim interessa. É pragmático.

IA vai ocupar as atividades humanas mais triviais e repetitivas.
Atualmente, a IA precisa de seres humanos.

CEOs que imaginaram que poderiam substituir completamente seus funcionários por IA, acabaram percebendo que existe a necessidade de uma intercessão humana no processo.


O efeito da IA socialmente será transferir para nós, humanos, as atividades que têm maior grau de abstração.

Vamos por isso em prática?

Imagine um analista de TI desenvolvendo um programa, ou um engenheiro desenvolvendo um equipamento.

Ele não precisará de guardar na memória parte daquilo que a IA já tem armazenada como a melhor solução. Ou seja, a parte mais braçal vai cedendo e sendo substituída por tarefas mais nobres.

Isso é muito bom!
O Ser Humano normalmente não tem memória para lembrar trilhões de códigos e dados, e ainda qual a melhor utilização respectiva de um cada um deles dependendo do contexto.

Esse volume de informação é ideal para tratamento de máquina.
Aos desenvolvedores serão delegadas as tarefas mais nobres que não podem ser supridas, ou que precisam do nosso toque de “vida”, daquele princípio que máquina alguma algum dia terá, a não ser que um alucinado imagine poder substituir Deus.
Bem... Tem louco para tudo.

Outra grande contribuição da IA é que nós vamos aprender “à força” a interagir de forma mais otimizada na comunicação através de seus prompts.

IA é hoje como um software que você precisa aprender a lidar com ele.
Quem lidar melhor, vai obter melhores resultados.
A competição está nisso.

Isso vai reverter uma tendência social que vinha transformando a comunicação em algo raso.

No dia-a-dia as pessoas abusam da capacidade de serem entendidas quando se comunicam com o mínimo de esforço e terminam perguntando: “Você me entende, não é?”
Isso quando não dizem apenas “Entendeu?”.

Em termos de IA, quanto mais elaborada a interação, melhores são os resultados.
Isto reverte a tendência da “comunicação displicente”, via mínimo esforço.

A IA traz ainda outro benefício.
Através da interação, a pessoa vai treinando o senso crítico, porque IA erra, e se a pessoa deixar passar o erro, vai “pegar mal”, porque “copia e cola” vai virar algo vexatório, puro mico.

Se você ainda continua com medo do progresso, então olhe para o passado.
Todas as novas invenções trouxeram medo, mas no final contribuíram para a melhoria da qualidade de vida do ser humano.

Deixe o medo e a rejeição de lado e mergulhe no desafio.
Aprenda a usar essa ferramenta, mesmo que você precise de muito esforço para corrigir o comodismo.




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