janeiro 07, 2026

Sentido das Coisas - Quando Um Erro Puxa Outro

 

1° Edição,  revisão


Recebemos a notícia que Trump invadiu a Venezuela, capturou seu presidente Maduro e esposa.

Trump tomou essa ação mediante inúmeros pretextos, desde narcotráfico a desvio de petróleo. Se estiver curioso, pode começar por aqui, que embora o link direcione para uma página em inglês, você pode traduzir pelo navegador.

Live: US is 'going to run' Venezuela until safe transition of power can take place, says Trump - France 24

Em operação militar similar, EUA também invadiram o Iraq em 2003, capturando Saddam Hussein.

As principais alegações estadunidenses para o ataque ao Iraque eram:
- posse de programas ativos de armas de destruição em massa (ADM)
- ligações operacionais com a Al-Qaeda

Tais alegações não foram confirmadas posteriormente.
Buscas extensivas realizadas pelo Grupo de Pesquisa do Iraque não encontraram estoques de armas químicas, biológicas ou nucleares, nem evidências de programas de produção em andamento desde a década de 1990.
Justificam o erro como falha do serviço de inteligência.

Os relatórios de inteligência dos EUA, incluindo conclusões da CIA e do Senado, também confirmaram que não existia relação de colaboração ou parceria operacional entre o regime de Saddam e a Al-Qaeda, apesar de exageros de medias confiáveis, o que demonstra que nem elas são tão confiáveis assim!!!

As invasões estadunidenses são inúmeras, seguidas de suas inúmeras justificativas.

O tempo passou e veio o repeteco de Trump na presidência.

A diferença entre o passado e o presente é que a máscara caiu e hoje as coisas no governo Trump estão acontecendo conforme seu estilo: rough! (duro)

Os anos, tal como um rio caudaloso de experiências, foram construindo uma percepção mais independente, onde cruzar informações e aguardar o tempo como meio de distinguir o joio do trigo, tornou-me mais crítico e menos partidário, seja qual for o regime.

Todos eles, democráticos ou não, buscam prevalecer seus interesses por meio de notícias manipuladas.
Quando vemos países na disputa pela corrida dos armamentos nucleares, torcemos o nariz com toda a razão.

Infelizmente, contudo, tais países têm sua parcela de razão prática, não pelo prisma utópico dos nossos princípios de sobrevivência, mas por aqueles outros de autodefesa.

Se a autodefesa é lícita para o cidadão, então para um país também, inclusive aqueles regidos por déspotas.

Mas como fica situação se o déspota joga pesado?!

Se a Venezuela fosse uma Coreia do Norte, Trump não teria tomado tal ação.


Fica difícil negar a ilicitude da corrida armamentista nuclear.
Não fica não?

Por outro lado, considerando a hipótese que justifica o ataque à Venezuela seja consubstanciado pela realidade que só o tempo garante, tais medidas fazem sentido.


A percepção que sobra é que um erro parece justificar outro.
Ou seja, que um erro realmente justifica o conserto de outro.

Diante do maremoto de erros que a humanidade gera diariamente, o julgamento de suas correções acaba meramente uma perspectiva de cunho pessoal, porque se um erro não justifica outro, então um país teria o direito de invadir com ópio outro país sem ter sua soberania ameaçada?

E se pode invadir com ópio, pode invadir com muitos outros agentes desagregadores da estrutura social, tal como “Fake News”, etc.

Se um país promover a deterioração social de outro por meio de massiva campanha de “Fake News”, justificaria ser invadido por outro?

É claro, que tudo isso acontece desde que não haja o impasse da destruição recíproca por meios atômicos.
Então todos precisariam ter armas nucleares para se defender?


Outras perspectiva interessantes podem ser levantadas, mas vou escolher apenas uma, por questão de espaço.

A máquina estadunidense depende de pesada infraestrutura de autodefesa.
Ela traz um peso enorme para as contas dos EUA, que aliás, não estão fechando.

Então, por que não usar tal máquina a favor do lucro?
Ao menos ela se pagaria...
Talvez seja esse o raciocínio de Trump.

Trump segue um padrão muito simples e predizível de ação.
Ele primeiro encontra um subterfúgio para justificar suas ações.
Se o subterfúgio encontra eco, ele decola na ação.

Faz isso por meio dos canais de divulgação clássicos ou através do seu próprio canal de media, o "Trust Social". O nome do canal já diz tudo: "Confiança social".
Dispensa comentários... :-)

A Venezuela é fraca, não detém aliados fortes e Maduro semeou ótimos subterfúgios ao longo do tempo para minar seu próprio governo alimentado a propinas, comprando tudo e todos. 
A ambição é algo sem limites, e após um tempo, quando o potinho de ouro vai secando pelo excesso de consumo, a solução acaba sendo os negócios mais lucrativos. 

Existe negócio mais lucrativo que o ilícito???
Mas será mesmo, apesar de fazer todo sentido???
Complicado querer julgar do lado de fora de uma malha de horrores que a alta cúpula mundial comunga.

Uma das justificativas de Trump para o sequestro de Maduro, desaparece com o mesmo truque de mágica "trumpense" com que apareceu:

Departamento de Justiça dos EUA retira alegação de que o Cartel de los Soles da Venezuela é um grupo real

A coisa começa a ficar descarada.

O fato é que Trump precisa fechar as contas estadunidenses, pagar a altíssima conta da imensa infraestrutura militar que sustenta a segurança de seu país, já que tem inimigos ferozes espalhados por todo mundo, aliás em número crescente.

Então a solução mais óbvia é usá-la para promover lucro.
Hoje foi Venezuela.

Trump says Venezuela will send 30 to 50 million barrels of oil to US
(Trump diz que a Venezuela enviará de 30 a 50 milhões de barris de petróleo para os EUA.)

Na mira vem Groenlândia, etc.

A OTAN não é lucrativa para os EUA na concepção Trumpista.

De um lado faz sentido que os EUA busquem seus interesses.
Os "aliados" se acomodaram na atitude paternalista de décadas.
Era interessante para eles.
Neste aspecto, os EUA 
"deram mole".

A visão mais pragmática de Trump, lembra outro grande império que desapareceu, mas seguia o mesmo modelo que parece Trump querer impor aos EUA, e tinha coincidentemente o mesmo símbolo: uma águia.

A águia de Roma revive o vôo através de seu parente, a águia americana, e olha que nem é Fênix!

E assim, os EUA vão destruindo décadas de política internacional, que a bem-dizer, realmente não eram boas. Eram o extremo do lado oposto de hoje, levando o país a uma decadência social interna visível.

Trump administration withdraws from dozens of international organisations - France 24

Conclusão, leitor:

Toda águia que voa muito, acaba aumentando sua chance de ser abatida, lembrando que águias são solitárias, o mesmo tipo de vôo que Trump parece fazer à medida que vai perdendo aliados, trocando-os por submissões militares ou econômicas.

O mundo perdeu o lado bom que não soube dosar com pragmatismo, e corre desesperado pelo lado oposto que leva à pilhagem e ao isolacionismo.

O mundo precisa do lado bom dos EUA sem os excessos idealistas de outrora, nem os radicalismos econômicos do hoje.



janeiro 06, 2026

Minhas Aventuras Com o ChatGPT 5.2 - Descobrindo Seu Nível de Inteligência


1° Edição,  revisão


Deslumbramento é a palavra que me ocorre quando estamos diante de algo novo, realmente novo!

Os bots inteligentes e outros mecanismos de IA surgiram repentinamente para o público, e evoluíram em suas versões muito rapidamente.

Processos novos com rápida evolução causam deslumbramento.
O novo é sempre um tipo de choque cultural, porque algo acontece para reconstruir o seu pensamento a partir do velho, e se essa reconstrução leva para alguma coisa inesperada, o deslumbramento é inevitável, ainda que provisório.

E venho trabalhando com apenas quatro deles:

ChatGPT 5.2
Copilot
Gemini
Perplexity

Pois é... para quem acompanha o blog, aumentei dois.

Todos ótimos e cada um com suas vantagens e particularidades.
Não é raro que repita a mesma pesquisa entre eles.

O que até então não havia conseguido “medir”, não no sentido estrito de obter valores finais absolutos para efeitos comparativos, mas no sentido de começar a entender os limites da tecnologia atual.

Uma dúvida sempre pairou para mim.
O quanto eles são inteligentes?

Eu ainda não tinha encontrado uma oportunidade que coincidisse com as possibilidades das minhas atividades diárias, até que hoje, vi a possibilidade de fazê-lo.

Analisando um projeto de software com várias implicações, resolvi propor a solução para o ChatGPT 5.2, já que o mesmo se destacou entre os demais, e não é para menos, uma vez que uso a versão paga, um detalhe importante a considerar já que os outros serviços são gratuitos.
Se você paga, obtém mais, então comparar com os outros não pagos seria desleal.

Supondo que uma versão paga possa oferecer o melhor de si.
Então resolvi testar o ChatGPT v.5.2 pedindo uma proposta de solução de projeto.

Ele o fez de maneira bem detalhada, e quando questionado, foi completando sua abordagem.
Muito bom, mas logo percebi que era um amontoado de tijolinhos coletados de conceitos esparsos e dispostos com uma lógica básica.

OK!
Serviço entregue, mas será que seria a melhor solução, embora ela estivesse embasada em vários padrões de estratégia de construção de soluções?

A solução era cara de implementar e manter.
Sinceramente, não gostei não, apesar de oferecer várias oportunidades para que o bot pudesse melhorar a sua resposta.

Resolvi arguir o ChatGPT com uma proposta alternativa composta por vários passos que criavam um grafo de possibilidades diante dos contextos encadeados.

Trocando em miúdos, a proposição era mais complexa, onde seus tópicos levavam à análise composta de possibilidades múltiplas sob várias premissas.

Eu queria, ou ao menos tentar, 
descobrir qual o seu poder de análise?

Eu sinceramente esperava uma resposta levando a várias possibilidades, e resumindo finalmente a mais efetiva com o propósito a que se destinava o projeto.

Não foi o que obtive.


A análise do ChatGPT reproduziu um comportamento humano primário onde a primeira premissa, ou proposta considerada falsa, alavanca o resultado final!

Acontece que essa forma de pensar não é a melhor.
Uma premissa ou asserção inicialmente falsa, diante da composição contextual posterior, pode se tornar verdadeira.

Ficou difícil de entender?
Vou dar um exemplo e tudo fica fácil.

Uma pessoa diz:
A comida ultra processada é adequada.
Oras, todos sabemos que elas não são adequadas.

Porém...
Se agora vier um contexto posterior:
A comida ultra processada é adequada diante da miséria extrema.

Então a mesma frase sob um contexto posterior a ela pode se tornar o complemento que definirá outra conclusão.

Afinal, melhor que morrer de fome, é comer comida ultraprocessada.

E agora, a mesma frase sob um novo ângulo, mas com a mesma “conclusão implícita”, torna-se uma verdade.

O teste feito com o ChatGPT incluiu alguns contextos que conduziam a uma cadeia de conclusões mais complexas, tal como o exemplo anterior, só que um pouco mais rebuscado.


O ChatGPT reagiu seguindo o comportamento humano primário.

Pega a primeira asserção falsa e parte para invalidar toda a tese.
É como uma pessoa que ao ouvir que “a comida ultra processada é adequada” se precipitasse a negar tudo o mais que você falasse, sem considerar que é melhor que morrer de fome.

Você já teve a infeliz oportunidade de conversar com gente assim?
Ouvi algo, precipita-se, ignora o restante do que você falou e parte para a crítica?!!
Um horror!

O ChatGPT agiu assim.

Discutimos por algum tempo, até que fui “quebrando” as suas premissas precipitadas uma a uma.

No final, ele entendeu.

Eu considero o resultado do ChatGPT fantástico!

Embora a capacidade de “racionalização”, algo como QI, seja ainda medíocre ou mediano, representa um esforço hercúleo de milhares de pessoas dotadas e outros milhares de dólares para que isso acontecesse.

Infelizmente, quando a computação quântica chegar, de fato, acredito que tais disputas com possibilidade de ganho por um ser humano fique restrita aos super gênios.

Por enquanto eles são inteligentes, mas nem tanto.
Amém!


janeiro 04, 2026

Fim ou Recomeço?

  1° Edição,  sem  revisão

Recebi de um amigo a seguinte mensagem que transcrevo aqui na íntegra:


Olha que texto interessante:

Recebi de um Amigo.


🩵 "OS IDOSOS"


 "Nascemos nos anos 30-40-50-60-70."


 "Nós crescemos nos anos 50-60-70-80."


 "Estudamos nos anos 60-70-80-90."


 "Estávamos namorando nos anos 70-80-90."


 "Nos casamos e descobrimos o mundo nos anos 70-80-90."


 Aventuramo-nos nos anos 80-90-2000.


 Nos estabilizamos nos anos 2000.


 "Ficamos mais sábios na década de 2010."


 E seguimos firmes em 2020.


 "Acontece que vivemos OITO décadas diferentes..."


 "DOIS séculos diferentes..."


 DOIS milênios diferentes...


 “Passamos do telefone com operadora para chamadas de longa distância para as videochamadas para qualquer lugar do mundo, passamos dos slides para o YouTube, dos discos de vinil para a música online, das cartas manuscritas para o e-mail e WhatsApp”.


 "Desde partidas ao vivo no rádio até a TV em preto e branco e depois para a TV HD."

 Fomos ao Videoclube e agora vemos Netflix.


 'Conhecemos os primeiros computadores, cartões perfurados, disquetes e agora temos gigabytes e megabytes em mãos no celular ou IPad."


 Usamos shorts durante toda a infância e depois calças compridas, oxfords, bermudas, etc.


 "Evitamos paralisia infantil, meningite, gripe H1N1 e agora COVID-19."


 Andamos de patins, triciclos, inventamos carros, bicicletas, ciclomotores, carros a gasolina ou diesel e agora andamos em híbridos ou 100% elétricos.


 "Sim, passamos por muita coisa, mas que vida maravilhosa tivemos!"


 Eles poderiam nos descrever como “exennials”;  pessoas que nasceram naquele mundo dos anos 50, que tiveram uma infância analógica e uma idade adulta digital.


 "Somos uma espécie de Yaheseen-it-all."


 Nossa geração literalmente viveu e testemunhou mais do que qualquer outra em todas as dimensões da vida.


 É a nossa geração que literalmente se adaptou à “MUDANÇA”.


 Uma salva de palmas a todos os integrantes de uma geração muito especial, que será ÚNICA." 


Mensagem preciosa e muito verdadeira 


 🏹🏹 O TEMPO NÃO PARA!


       _"A vida é uma tarefa que nos propusemos a fazer em casa._

 

Quando você olha... já é sexta-feira;  quando se olha... acabou o mês, quando se olha... acabou o ano;  quando se olha... 50, 60 e 70 anos se passaram!


_Quando você olha... não sabemos mais onde estão nossos amigos.


_Quando você olha... perdemos o amor da nossa vida e agora, não dá mais para voltar.      


O dia é hoje!


NÃO TEMOS MAIS IDADE DE ADIAR NADA.


Espero que você tenha tempo para ler e depois compartilhar esta mensagem... ou então deixe para

Depois e você verá que nunca a compartilhará!


 Sempre juntos

 Sempre unidos

 sempre irmãos

 Sempre amigos


 Passe para seus dez melhores amigos e para "eu" se eu estiver entre eles e você verá como nem todos respondem. 


Porque deixam para depois 😉😉😉 


 

Sem dúvida é um bom texto, feito por uma pessoa inteligente e com boa cultura.

É bem interessante como ele abordou o tema formando um resumo singular.

 

Ao final, a partir dessa frase:

```Nossa geração literalmente viveu e testemunhou mais do que qualquer outra em todas as dimensões da vida.```

eu sou levado a conjecturar em sentido diverso porque a minha forma de ver expande-se para o futuro ao invés de alimentar-se do passado.


O passado traz sempre o caminho inverso do processo evolutivo, ao passo que o futuro é sempre um passo à frente na longa trajetória de entendermos melhor a vida, o seu sentido, na esperança que a felicidade seja compreendida mais pelo espírito que pelas suas necessidades físicas enquanto trafega na matéria.

 

O sentimento de autovalorização do texto demonstra a necessidade de criar um sentimento de resgate de valores quando o indivíduo sente que a sociedade “aposenta” a sua utilidade.


Acreditar que vivemos mais que qualquer outra geração é o resultado desse sentimento exaltado pela crença de inutilidade, porém desde que fisicamente estejamos aptos, sempre haverá muito o que fazer, ao invés de gozar o conforto material enquanto se espera a morte do corpo físico.

A geração atual vai enfrentar desafios ainda maiores que o nosso.
Entre outros, o sucateamento humano, a transformação climática, e o aumento insuportável do poder de destruição.

Eles passarão da era digital para a era quântica, que trará um poder brutal às máquinas.

Essa geração viverá o início de uma competição literalmente "desumana" em virtude da  eficiência proporcionada por essas máquinas impulsionadas por novos modelos computacionais extremamente superiores à tão restritiva tecnologia digital, que busca resolver tudo com apenas dois estados físicos por falta de coisa melhor.

A ampliação da capacidade de lidar com a multiplicidade de estados físicos de representação da informação, não só agiliza o processo dramaticamente, como também amplia a capacidade de tratar problemas insolúveis pela era digital.


Se a nossa geração sente o peso do sucateamento pelos anos, as futuras gerações sentirão peso ainda maior pelo sucateamento da utilidade humana, substituída pelos recursos alternativos que uma nova tecnologia “orientada a poder” irá constituir a nova forma de governança político-econômica e social.

 

A nossa geração teve mesmo é muita sorte!

Talvez esta seja essa a melhor distinção, ou quem sabe poderíamos dizer que vivemos uma experiência de um momento evolutivo ímpar, quando comparamos com outras.

Vivemos o melhor que o mundo analógico pode oferecer à ocasião, ainda com a oportunidade de conhecer praias virgens, limpas, sem poluição, à medida que a ciência ia trazendo benefícios singulares ao conforto humano.

As nossas restrições tecnológicas traziam contenção ao nosso poder de destruição, mas foram suficientes para ampliar os progressos da medicina, com novos tratamentos e anestésicos, além de muitos outros confortos suportados por todos os campos da inovação humana.


As próximas terão o desafio de superar o antigo modelo de crenças humanas para viabilizar a sua existência social.

Enquanto isso, os benefícios da tecnologia cobrarão caro seus serviços até que possamos evoluir como seres realmente sociais.

 

E seguindo o pensamento reencarnacionista, faz mais sentido pensar que essa experiência foi apenas um momento da nossa evolução, quando então reencontraremos na próxima o mundo da forma como o deixamos.

 

E o que é velhice?
À medida que a sociedade evoluir, continuará expandindo a longevidade humana.
Melhor que medir a utilidade humana pelo tempo do nascimento, é medi-la pela capacidade do indivíduo continuar interagindo e sendo útil.

Não devemos confundir a preguiça que busca usufruir das conquistas passadas, quando busca na aposentadoria a sua inutilidade social. E isso pode ser feito em qualquer idade, dependendo do sucesso financeiro de cada um.
Isso sim é velhice, porém autoimposta.

A velhice do corpo físico quando não mais suporta as atividades terrenas não é um estado terminal, pelo contrário.

A velhice é o recomeço de uma nova etapa, tal como a lagarta que se transforma em crisálida, para então depois poder voar.


Sentido das Coisas - Quando Um Erro Puxa Outro

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