Eu sou reencarnacionista.
Por quê?
A resposta é simples, direta e evidente.
Como a alma pode ser julgada por uma única experiência sob um único contexto
existencial quando a sua evolução demanda tantas qualidades distintas?
Como uma simples oportunidade pode compor e
aperfeiçoar tantas qualidades que possuímos?
Qual o sentido de condenar eternamente quando o amor é sinônimo de perdão?
Qual o sentido de existir se tudo acaba no
nada?
Neste caso, faria diferença sermos bons ou tirarmos vantagens a qualquer pretexto,
já que tudo termina no nada?
As religiões que convencem seus adeptos que
tudo se resume em uma única vida, como podem explicar que um Deus magnânimo
submete qualidades e oportunidades diferentes a um único julgamento? Onde fica
o amor "perfeito" que condena à eternidade?
Quando se acredita que todas as almas terão quantas chances forem necessárias
para atingir a felicidade, então o amor Divino torna-se realmente uma perfeição.
Do contrário, torna-se um Deus condenatório, submetendo condições existências diferentes a um mesmo destino eterno.
Repito, eterno!!!
NÃO FAZ SENTIDO.
Analisando-se pela perspectiva das vidas
múltiplas, vemos que as crises sociais são oportunidades de evolução intensiva.
A nossa visão é meramente centrada nos bens materiais e sociais que possam
sustentar a vida o mais confortável possível.
Por outra visão, onde a vida é meio de evolução da alma, os momentos mais difíceis
são tais como oportunidades intensas onde a evolução ocorre mais célere.
Por essa ótica, quando vemos as coisas
piorarem, podemos entender que, por outro lado, são oportunidade de saltos
evolutivos.
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